Vanessa da Mata, com “Quando Deixamos Nossos Beijos Na Esquina”

Vanessa da Mata, volta à Salvador com o seu show inédito “Quando Deixamos Nossos Beijos Na Esquina”, dia 01/06, na sala principal do Teatro Castro Alves. Um show que resultará em seu novo disco, a ser lançado em maio, do qual a cantora também é a responsável pela produção musical. A proposta inclui lançar diversos singles, que darão forma e se integrarão como personagens e formarão a história do álbum completo.

Além de novas canções, o show promete não deixar de fora os grandes hits de Vanessa, que fizeram dessa cantora e compositora uma das maiores estrelas do mercado fonográfico brasileiro, também não poderiam deixar de estar nessa nova turnê. Entre elas, “Ai, Ai, Ai”, “Amado”, “Caixinha de Música”, “Gente Feliz”, “Boa Sorte/Good Luck”, “Não Me Deixe Só”, “Ainda Bem”, entre outras.

 
**INFORMAÇÕES**
01 de Junho, sábado, 21h
Teatro Castro Alves (Sala Principal)
Vendas:
bilheteria do TCA, SAC’s dos Shoppings Barra e Bela Vista e no Ingresso Rápido
Valores:

A a W – R$180,00/R$90,00 – 559 ingressos a venda, sendo 335 inteiras e 224 meias.
X a Z6 – R$150,00/R$75,00 – 388 ingressos a venda, sendo 233 inteiras e 155 meias.
Z7 a Z11 – R$120,00/R$60,00 – 300 ingressos a venda, sendo 180 inteiras e 120 meias.

Obs.: com limite de meia entrada

Classificação: 16 anos
Realização: Iris Produções.
Informações: 4000-1139

Elza Soares, em “Deus é Mulher”

Possivelmente esse deve ser uma dos shows mais esperados do público soteropolitanos. E só podia ser a íris Produções a responsável por esse feito. Anota na agenda e vai! Dia 12/04, sábado, na sala principal do Teatro castro Alves, teremos o prazer a de receber Elza Soares, no show “Deus é Mulher”. Eleita como a “Melhor Cantora do Milênio”, pela BBC em 2000, Elza vem reforçando a força de ser uma das grandes vozes da música popular brasileira.

O novo espetáculo que leva o nome do disco, “Deus é Mulher”, com direção musical de Guilherme Kastrup, que também assina a produção musical do disco, trará a cantora em seu célebre trono em meio a um cenário fluido, que apresenta a cantora como uma entidade feminina responsável por gerar a vida, a energia, a arte, como em um útero materno. No álbum “Deus é Mulher”, a cantora repete a receita e mantem-se unida a vanguarda musical paulistana, casamento perfeito experimentado com sucesso no disco anterior (“A Mulher do Fim do Mundo”) e traz o segundo trabalho de sua trajetória composto somente por canções inéditas.

Quer saber mais?
Só estando lá para saber. Ingressos já estão à venda.

INFORMAÇÕES:
Informações: (71) 4000-1139
Dia: 12/04
Local: Sala Principal  do Teatro Castro Alves
Hora: 21h
Ingressos à venda nas bilheterias do TCA, SAC’s Bela Vista, Barra e site da Ingresso Rápido.
a partir de R$ 45 (meia entrada)

Créditos da Imagem:
@callangolino

Djavan, no show “Vesúvio”

De volta a Salvador nos dias 11 e 12 de maio, o cantor Djavan apresenta para o público baiano seu mais novo show “Vesúvio”, um espetáculo inédito com canções do seu vigésimo quarto álbum da carreira. O show será realizado na Concha Acústica, a partir das 19h e os ingressos começam a ser vendidos nesta sexta sexta-feira (1o de fevereiro) na bilheteria do TCA, SAC ́s dos Shoppings Barra e Bela Vista e através do site Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br). Além dos singles “Solitude”, “Cedo ou Tarde” e “Vesúvio”, o repertório inclui também sucessos do artista alagoano, como “Se”, “Flor do Medo”, “Eu te devoro” e “Samurai”, dentre outras.

No palco, uma nova banda composta por velhos companheiros como o guitarrista João Castilho e os pianistas Paulo Calasans e Renato Fonseca, e dois músicos novos, o baixista Arthur de Palla e o baterista Felipe Alves, uma cozinha com um suingue ainda mais pop para a sua nova safra de canções. É o próprio compositor quem assina a direção do espetáculo, que tem cenário de Suzane Queiroz, projeto de luz de Binho Schaefer e figurino de Roberta Stamato.

**INFORMAÇÕES:**
11 e 12 de maio, sábado e domingo.
Concha Acústica do TCA.
Vendas:
Bilheteria do TCA, SAC’s dos Shoppings Barra e Bela Vista e no Ingresso Rápido
Valores:
Plateia – R$ 60 (meia) / R$ 120 (inteira)
Camarote – R$ 120 (meia) / R$ 240 (inteira)
Obs.: com limite de meia entrada

Classificação: 16 anos
Realização: Iris Produções.
Informações: 4000-1139

 

Os Paralamas do Sucesso

Show do Paralamas do Sucesso será realizado em Salvador dia 27 de maio

Apresentação do novo disco ‘Sinais do Sim’ será na Concha Acústica 

 Para os fãs do Paralamas do Sucesso, uma boa notícia. Em maio, a banda estará em Salvador e o show de lançamento do novo disco “Sinais do Sim” será na Concha Acústica dia 27, a partir das 19h. Com concepção artística dos Paralamas e José Fortes, direção de imagens de Batman Zavareze e design de iluminação de Cristiano Vaz e Marcos Olívio, o grupo vai apresentar as novas músicas, seus

grandes sucessos, como “Alagados”, “Meu Erro”, “Uma Brasileira”, além de canções que estavam há muito tempo fora do repertório, como “O amor não sabe esperar” e “Capitão de Indústria” de Marcos e Paulo Sérgio Valle. Os ingressos estão à venda na bilheteria do TCA, SAC’s dos shoppings Barra e Bela Vista e através do site Ingresso Rápido.

Serviço:

 

Abertura dos portões: 17h30

Horário previsto para início do show: 19h

Classificação: 16 anos

Informações: (71) 3003-0595

Vendas: Bilheterias do TCA, SAC’s dos shoppings Barra e Bela Vista e site www.ingressorapido.com.br

Valores:  lote – Plateia R$ 40 (meia) / R$ 80 (inteira)

Camarote – R$ 80 (meia) / R$ 160 (inteira)

Capital Inicial

“Há exatos 15 anos, uma banda de Brasília se reinventava da forma mais improvável e despretensiosa possível. O propulsor dessa segunda vinda foi um Acústico MTV, registrado sem exageros de produção, mas com um resultado comercial acima de qualquer expectativa: mais de dois milhões de CDs comercializados (no auge da pirataria). Ali, o Capital Inicial dos anos 80 virou o Capital Inicial do novo milênio, inclusive abandonando alguns hits dos primórdios pelo caminho. Já com um novo titular na guitarra, Yves Passarell, e com a parceria entre Dinho Ouro Preto e o compositor Alvin L mais afinada, o grupo registrou cinco álbuns de inéditas, um EP também de material fresco e um projeto resgatando a obra do seminal Aborto Elétrico.

E é uma espécie de revisão desse segundo e glorioso momento do Capital que o fã encontrará em Acústico NYC. Trata-se de um produto necessário. Se milhares de pessoas se apaixonaram pela banda a partir daquele registro para a MTV, por que não mostrar como os hits dos últimos 15 anos soam no mesmo formato desplugado? Mas Acústico NYC não é apenas isso, já que vai além dos hits obrigatórios. Ele recupera canções de álbuns recentes que não foram trabalhadas como singles, mas mereciam uma nova chance, casos da emblemática “Ressurreição” e de “O Cristo Redentor”, além de introduzir três inéditas: “Vai e Vem”, “A Mina” e “Doce e Amargo”. Ao todo, são 19 faixas no CD e 23 no DVD, cuja direção é assinada por Raoni Carneiro. Há ainda um caprichado kit para colecionadores com as duas mídias, pôster, adesivos, moleskine, fotos exclusivas e outros mementos.

Antes de destrinchar as três faixas novas, é necessário falar de Nova York. Após considerar uma ambientação mais próxima da natureza, em Fernando de Noronha, Dinho, Yves, Fê e Flavio Lemos optaram pela mítica cidade que fascinava a juventude punk de Brasília. Além de ornar com o passado da turma, a escolha de Nova York e da casa de espetáculos Terminal 5 para abrigar a gravação permitiu que fãs voluntariamente exilados no hemisfério norte matassem a saudade da banda. Foram 1500 entusiasmados pagantes, que acabaram contribuindo para a viabilidade do ambicioso projeto.
Já nas rádios, “Vai e Vem” trata das intempéries do tempo, lançando até mesmo um olhar – otimista – sobre o período de crise que atravessamos no país. Mas a parceria entre Dinho, Alvin e Thiago Castanho também chama a atenção pelo convidado especial: Seu Jorge. No making of disponível no DVD, o carioca menciona um falecido irmão fã de Capital, algo que certamente pesou para que ele aceitasse o convite de imediato. Visivelmente emocionado, Seu Jorge permanece no palco após participar de “Vai e Vem” e coloca sua voz grave em “Belos e Malditos” (Renato Russo, Alvin L, Dinho Ouro Preto, Loro Jones e Bozzo Barretti), a única representante dos anos 80 no repertório, e na versão para o clássico do Soda Stereo, “À Sua Maneira”.

“A Mina” é uma daquelas composições de Kiko Zambianchi “com a cara do Capital”, como diz Dinho. Vale lembrar que Kiko foi presença marcante no Acústico MTV, dividindo os violões com Loro Jones (primeiro guitarrista da banda) e Marcelo Sussekind (produtor daquele disco). É curioso notar que, em Nova York, o time das cordas é completamente diferente. Yves tem ao seu lado o virtuose Fabiano Carelli, o ex-Charlie Brown Jr. Thiago Castanho e o produtor do Acústico NYC, o lendário Liminha (responsável por gravar o primeiro compacto da banda, em 1985, e o recente EP Viva a Revolução). Esse quarteto de violões – e bandolim! – abusa dos pedais e timbres processados, emulando sons talvez nunca ouvidos no formato desplugado.

Thiago, que vinha ofertando temas instrumentais para Dinho e Alvin adicionarem letras desde o EP (vide “Melhor do que Ontem” e “Coração Vazio”), também está nos créditos de “Doce e Amargo”, a terceira inédita do pacote. O inferno urbano paulistano que tanto incomoda e, ao mesmo tempo, atrai Dinho serviu de inspiração para a letra. O santista ainda é coautor de “Me Encontra”, música do Charlie Brown Jr. escolhida pelo Capital para homenagear Chorão e Champignon – Dinho participou de shows do projeto A Banca, que existiu entre as mortes do cantor e do baixista. Também é possível identificar o riff de “Rubão, O Dono do Mundo” numa passagem de “Respirar Você”.

A outra homenagem do Acústico NYC é ao “rock nacional”. Pelo menos foi assim que o convidado Lenine trouxe a ideia. Além de protagonizar um dueto com Dinho em “Não Olhe Pra Trás”, o pernambucano botou pilha para um segundo número prestando tributo às bandas brasileiras, “quem sabe cantando uma da Legião Urbana…” Mal sabia ele que Dinho já tinha tentado emplacar uma da Legião nos ensaios para o projeto, realizados em sua casa. E, assim, a sugestão de Lenine virou “Tempo Perdido”, um dos maiores clássicos de Renato, Dado, Bonfá e Negrete.
E também tem o arsenal de hits. “Quatro Vezes Você”, “Eu Nunca Disse Adeus”, “Vamos Comemorar”, “Olhos Vermelhos”, “O Lado Escuro da Lua”, “Como Devia Estar”, “Depois da Meia Noite”, “Como se Sente” (com boas contribuições do tecladista Robledo Silva e do percussionista Marivaldo), “Mais” (que Liminha conduziu para uma pegada mais “Honky Tonk Woman”)… Gravada originalmente em 2002, “Algum Dia” (Pit Passarell) pode ter sua vez agora via Acústico NYC. Mas que ninguém se espante se “Belos e Malditos” voltar às FMs, tamanha a excitação de Seu Jorge em redescobrir a canção de 1989, ano que marca o início das parcerias entre Alvin e Capital. E é em “Belos e Malditos” que o grupo reverencia Nova York e seus mitos, citando “Walk on the Wild Side”, de Lou Reed, no trecho final da música.

Agora é reencontrar os fãs na turnê. Os cenários de Zé Carratu vistos no Terminal 5 estão garantidos nos maiores shows pelo Brasil, assim como a iluminação de Césio Lima. E os sucessos do Acústico MTV, que apesar de ter vendido milhões não está mais em catálogo nem disponível nos sites de streaming, obviamente enriquecerão o repertório ao vivo. Não é o caso de se falar em fechamento de mais um ciclo ou início de outro. Mas nunca devemos duvidar da capacidade do Capital em inventar novas histórias.”

José Flávio Júnior

 

Show: Capital Inicial

Data: 20 agosto (domingo)

Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves

Abertura dos portões: 17h30

Horário previsto para início do show: 19h

Classificação: 14 anos

Informações: (71) 3003-0595

Vendas: Bilheterias do TCA, Sac’s Barra e Bela Vista e site www.ingressorapido.com.br

Valores: Plateia – R$50,00 (meia) / R$100,00 (inteira)

Camarote – R$100,00 (meia) / R$200,00 (inteira)

Realização: Íris Produções

 

 

Milton Nascimento

“Ava Nheyeyru Iyi Yvy Renhoi, ou, Semente da Terra, este é o nome que Milton Nascimento recebeu de 37 lideranças espirituais da Nação Guarani Kaiowá numa cerimônia realizada em 2010.

O nome de batismo Guarani, con-cedido para pouquíssimas pessoas nascidas fora da tribo – surgiu a partir da percepção que os índi-os tiveram ao olhar uma foto de Milton. Nenhuma das lideranças jamais tinha ouvido falar dele antes deste evento, que reuniu índios de várias etnias em Campo Grande (MS), onde Milton se apresentou para sul-mato-grossenses e comu-nidades indígenas.

E após uma discussão fechada de duas horas entre líderes Guarani em que a foto de Milton passava de mão em mão, caciques e pajés

– que estavam num camarim – en-traram durante o show de Bituca e fizeram o batizado no palco. Se-mente da Terra, nome desenhado pelos índios naquela noite panta-neira de maio, foi escolhido para sacramentar a volta de Milton ao encontro direto de seu público, após um ano de período sabático.

Com direção musical de Wilson Lopes (que também toca violão) o show conta ainda com a presença de seu irmão, Beto Lopes (sete cordas), do baterista Lincoln Cheib, além do contrabaixo de Alexandre Ito, dos vocais de Barbara Barcellos, do piano de Kiko Continentino e dos metais de Widor Santiago.

O repertório foi escolhido através de uma seleção com forte cono-tação política e social que foi sendo afiada em suas três últimas turnês: “Uma Travessia – 2012”, “Linha de Frente” – em parceria com Criolo em 2014, e a Tour “Tarde”, realiza-da em 2015.

Ter colocado o nome “Semente da Terra” neste novo show, também tem relação direta com a campanha de Milton – iniciada ainda em 2016 – que pretende repassar parte do lucro obtido com a venda de camisetas de sua marca (Nascimento) diretamente para tribos Guaranis de Mato Grosso do Sul.

O presente pode não ser muito promissor, ainda mais na mão de quem hoje controla céus, seja em Brasília, na Avenida Paulista, em Washington ou no Rio. Mas ain-da existe uma força, um lapso de ânimo que conduz os homens de coragem antes da “Queda do Céu”, como profetiza Davi Kopenawa, caso ambições de uma minoria usurpadora continue espalhando cartas bomba e genocídios: “A flo-resta está viva. Só vai morrer se os brancos insistirem em destruí-la. Se conseguirem, os rios vão desapare-cer debaixo da terra, o chão vai se desfazer, as árvores vão murchar e as pedras vão rachar no calor. En-tão morreremos, um atrás do outro, tanto os brancos quanto nós. Todos os Xamãs vão acabar morrendo. Quando não houver mais nenhum deles vivo para sustentar o céu, ele vai desabar”.

A MÚSICA É A MENSAGEM.

Desta forma, Milton e banda nos trazem, através da música, uma re-flexão de dias extremos – como os atuais. Porém, cheios de esperança – ainda mais fortes. E, através de canções que marcaram profunda-mente 50 anos de história a partir da primeira gravação de Travessia, Milton chega em 2017 renovado, com a força de seu canto, sua raça, seus sonhos e, principalmente, sua coragem.”

Local: Concha Acústica do TCA.

Data: 06 de Agosto de 2017 às 19h00

Classificação: 14 Anos

Lotação: 5.000 Lugares

Meia Entrada: Válida para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes, conforme Lei nº 12.933 de 26 de dezembro de 2013 e Decreto 8.537, de 5 de dezembro de 2015.

Atenção Estudantes: De acordo com a lei federal nº12.933, em vigência desde 01/12/2015, para ter acesso ao benefício da meia entrada você deve apresentar a CIE – Carteira de Identificação Estudantil, que deve conter:

– Nome completo e data de nascimento; Foto;
– Grau de escolaridade e nome da instituição de ensino na qual o estudante esteja matriculado;
– Data de validade até o dia 31 de março do ano subsequente ao de sua expedição;
– Certificação digital.

Não serão aceitos boletos bancários, declaração de matrícula e carteirinhas fora do padrão acima.
*A comprovação da meia entrada deverá ser apresentada no ato da compra e no dia do evento.

Ponto de Venda Sem Taxa de Conveniência: Bilheteria Teatro Castro Alves – Endereço: Praça Dois de Julho,s/n, Campo Grande – Salvador.

Horário de Funcionamento: De segunda a sábado, das 10h00 às 22h00.Domingo, das 09h00 às 21h00.

SAC do Shopping Barra: De segunda a sexta, das 10h00 às 17h00 e aos sábados das 9h00 às 12h00.

SAC do Shopping Bela Vista: De segunda a sexta, das 10h às 17h00 e aos sábados, das 9h00 às 12h00

Zé Ramalho

“A tour 2017 traz Zé Ramalho revisitando alguns de seus maiores êxitos que venderam milhões de discos, mantendo o respeito da crítica especializada, em rara unanimidade. “Avohai, Frevo Mulher, Admirável Gado Novo, Chão de Giz, Beira-Mar, Eternas Ondas, Garoto de Aluguel, Vila do Sossego e Banquete de Signos” são apenas algumas das inúmeras pérolas que Zé Ramalho lançou e riscam o Brasil de Norte a Sul, derrubando fronteiras e provando que a grande música é universal. Todas estão presentes no novo show, que traz ainda releituras de Raul Seixas (Trêm das Sete e Medo da Chuva) e o grande sucesso Sinônimo, que retorna a trilha sonora da novela Além do Tempo da RedeGlobo.

Seja qual for a jornada, o público sabe que quem a conduz é um dos artistas com a personalidade mais marcante da música popular brasileira. Com sua voz inconfundível e sua poesia apocalíptica, Zé Ramalho escreveu, escreve e continuará escrevendo seu nome na história musical brasileira, seguindo feito um viajante pelas estradas do país, arrastando multidões por onde quer que passe. Há mais de 40 anos, o brasileiro sabe que assistir Zé Ramalho ao vivo é uma experiência única em uma espécie de pacto de fidelidade que se renova ano a ano.”

Serviço:

Show: Zé Ramalho – 40 anos de carreira

Data: 16 de julho (domingo)

Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves

Abertura dos portões: 17h30

Horário previsto para início do show: 19h

Classificação: 14 anos

Informações: (71) 3003-0595

Vendas: Bilheterias do TCA, Sac’s Barra e Bela Vista e site www.ingressorapido.com.br

Valores: Plateia – R$50,00 (meia) / R$100,00 (inteira)

Camarote – R$100,00 (meia) / R$200,00 (inteira)

Realização: Íris Produções

Beth Carvalho

Beth Carvalho chega a Salvador com o show comemorativo dos seus 50 anos de carreira, no dia 28 de agosto (domingo), na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, com produção da Íris Produções. Beth é uma cantora com inúmeras apresentações em cidades ao redor do mundo. Na Europa, representou o Brasil em Atenas, no festival “Olimpíada Mundial da Canção”, cantando em um teatro de arena construído há 400 anos a.C., onde recebeu um busto em homenagem à sua passagem.

O show que celebra 50 anos de carreira de Beth Carvalho, revisitará grandes marcos em sua trajetória, a exemplo de “Andança”, “Vou Festejar” e “Coisinha do Pai”. A cantora já recebeu seis Prêmios Sharp, 17 Discos de Ouro, nove de Platina, dois DVD de Platina, além de centenas de troféus e premiações. Além disso, foi vencedora do Grammy Latino 2012 por “Melhor Álbum de Samba/Pagode”, com o “Nosso Samba Tá na Rua”, que também foi premiado como melhor disco de samba no Prêmio da Música Brasileira.

Serviço:

Show: Beth Carvalho – Comemorando 50 anos de carreira
Data: 28 de Agosto (Domingo)
Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves
Abertura dos portões: 17h30
Horário previsto para início do show: 19h10
Classificação: 14 anos
Informações: (71) 3003-0595
Valores: Plateia – R$50,00 (meia) / R$100,00 (inteira)
Camarote – R$125,00 (meia) / R$250,00 (inteira)
Realização: Íris Produções